Author Archives: serginhojuca

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Devoto da culinária alagoana.

Saiba qual a minha pedida no Santo Burguer
   1 de maio de 2021   │     13:47  │  0

 

Tive a alegria de visitar o meu amigo Henrique Amorim pra mostrar a vocês a minha pedida no Santo Burguer: o Aleluia. Eita sanduíche bom! O burger de blend bovino, creme de queijo gorgonzola e onion rings, acompanha a inconfundível maionese da casa, sempre fresca e deliciosa.

Uma dica para saborear com uma ótima experiência, é dar a primeira mordida antes de colocar maionese, mostarda ou ketchup. Isso porque os sanduíches são cuidadosamente pensados em harmonizações de ingredientes que se complementam e ressaltam uns aos outros, como no caso do creme de gorgonzola e a maionese de ervas, que para o meu gosto, dispensa qualquer intervenção de outros molhos. O que me faz lembrar do barbecue de cajú que era um dos destaques do sanduíche especial que fiz a convite de Henrique no que ele chamou de “Santo Burguer Expecience”.

Além de compartilhar com Henrique a paixão por lanches, temos também um lugar em comum, no qual sou suspeito para falar: São Miguel dos Milagres. Foi no paraíso, no verão de 2014, que a galera testou com o público os sanduíches até então feitos apenas para os amigos. O resultado foi que venderam 1200 hambúrgueres em 7 dias e o que era uma experiência virou um lugar que faz parte da rota de qualquer pessoa que visite Maceió.

E como é de lei, vou trazer pra vocês uma receitinha especial: onion rings. Vamos cozinhar? Anota aí:

Ingredientes

– Farinha de Trigo
– Farinha Panko
– Leite
– Cebola

 Instruções

– Descasque e corte as cebolas com no mínimo 1cm de largura. Separe os anéis com cuidado.
– Deixe de molho na água por 1 hora. Isto vai retirar a acidez.
– Empane seguindo a sequência:

1 – Leite

2 – Farinha de Trigo

3 – Leite

4 – Farinha Panko

5 – Leite

6 – Farinha Panko

7 – Frite e coloque sobre papel absorvente.

Que desfrutem!

 

Uma pausa nas carnes: explorando uma receita vegana com a Tógumelos
   24 de abril de 2021   │     20:25  │  0

 

Já parou pra pensar em como a relação com a carne sempre marcou o nosso jeito de viver e se alimentar? E isso vem desde muito tempo, quando os nossos ancestrais aprenderam a caçar pra sobreviver. Por outro lado, os cogumelos tinham apelo sagrado no Egito Antigo e eram destinados apenas aos faraós. Na China sempre foi respeitado e até hoje é aclamado por suas propriedades naturais.

Mas foi no Japão do início do século XX que foi descoberto o que carnes e cogumelos tem em comum: delicioso ou Umami (em japonês) é considerado o quinto e mais poderoso sabor. O que pode tornar um prato mais palatável e de maior saciedade. Em resumo: um verdadeiro potencializador de sabor, presente em carnes maturadas, aspargos, queijos e em cogumelos de todas as espécies.

Inspirado neste último ingrediente que eu amo, e na onda da alimentação natural e livre de proteína animal, vou ensinar a vocês uma receita super prática e literalmente deliciosa: um talharim de cenoura com ragu de cogumelos, que leva um toque de cebolinha com azeite de trufa e vai deixar vocês lambendo os dedos.

Nessa receita compartilhada com minha querida Gilka Mafra na primeira temporada do seu novo programa na Tv Gazeta, Isso é Alagoas, vamos trabalhar com cogumelos Shimeji pretos e brancos da Tógumelos, que é uma empresa genuinamente alagoana, o que é maravilhoso porque podemos consumir essa iguaria fresquinha, com toda a qualidade.

Todo o processo da Tógumelos acontece em estufas adaptadas e climatizadas com temperatura, umidade, ventilação e luminosidade super controladas. Além disso, são usados substratos à base de maravalha de madeira, farelo de grãos e bagaço de cana, que passam por um processo de pasteurização para, então, dar origem à colonização dos cogumelos. Tudo com a melhor qualidade.

Não é massa? Pois bem. Vamos aos ingredientes!

  • Shimeji Preto
  • Shimeji Branco
  • Cebolinha
  • Azeite de oliva
  • Cenoura
  • Shoyo
  • Pimenta móida
Passo 1: Ragu de Cogumelos

Adicione os cogumelos na frigideira com o azeite. Corte a parte branca da cebolinha e adicione também à frigideira. Aguarde dourar para poder mexer.

Passo 2: Talharim de cenoura

Rale a cenoura, coloque em um recipiente. Adicione pimenta do reino. Na frigideira (que pode ser a mesma utilizada com os cogumelos) coloque o azeite e uma colher de sopa de shoyo. Espere. Adicione os cogumelos, mais cebolinha picada e voilà!

 

Fatia de Parida, Rabanada ou simplesmente a sobremesa que fez sucesso no Mestre do Sabor
   13 de abril de 2021   │     11:16  │  0

Tem muita história entre a rabanada de vó Laurinha e a fatia de parida com toffee de coalhada, chocolate branco e tangerina nitro e fresca apresentada no Mestre Sabor.

Das memórias da infância, transformei esse doce simples em uma sobremesa com alguns toques diferentes. Com essas pequenas adições, a rabanada se torna ainda mais deliciosa e impressiona pela apresentação, e o melhor de tudo: além de aprender a fazer uma receita deliciosa, você vai poder usar os complementos, como o toffe de coalhada, para incrementar outras sobremesas também.

clique aqui para rever a reação dos chefs

Mas antes de aprender a receita, vale a pena também conhecer um pouco mais sobre ela. Porque gastronomia é cultura, né minha gente? Os primeiros registros da fatia de parida foram encontrados em Portugal e na Espanha, e datam do século XV. A história mostra que o passar dos séculos tornou a delícia cada vez mais popular em outros locais pelo mundo. No começo do século XX, a rebanada de pan era servida em todas as tabernas de Madri.

No Brasil ela é conhecida como rabanada ou fatia de parida. Esse último nome se popularizou porque acreditava-se que a sobremesa estimulava a produção de leite de mulheres que tinham se tornado mamães.

No meu coração ela é conhecida como a sobremesa que me lembra a vó Laurinha. Mesmo que tradicionalmente a fatia de parida seja mais preparada no Natal, minha avó fazia o ano todo, como quem dizia pra gente que as coisas boas não precisam de um momento especial para serem compartilhadas. Elas por si só já são especiais.

 

A verdade é que a rabanada tem um sabor afetivo para muita gente e nada melhor que somar a isso ingredientes que também são especiais, mas por outras razões. É o caso da coalhada, tão tradicional em Alagoas e encontrada em fartura na nossa Bacia Leiteira, ela vai muito bem nessa sobremesa e torna o resultado ainda mais especial. Vamos aprender?

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O frescor e a tradição do feijão verde em uma receita especial com pato
   30 de março de 2021   │     11:26  │  2

Um sabor característico do Nordeste, o feijão verde pode ser preparado de muitas formas diferentes. Tradicionalmente, é muito consumido com carne de sol e também em bolinhos feitos com farinha.

Além de ser uma delícia, o feijão verde também traz para o prato o frescor do seu processo até chegar à mesa. Feito de etapas artesanais, todos os detalhes do cultivo, colheita e do debulho contam uma história de tradição passada de geração em geração.

Eu adoro feijão verde e hoje vou compartilhar com vocês uma receita muito especial que fez história no Sur: pato com feijão verde na nata de Major Isidoro e para acompanhar, cebola caramelizada e farofa de rapadura picante. A nata sempre ganhei de minha avó Yeda, que consegue garrafas de 2 litros de nata especial e fresca produzida na região

Vamos colocar a mão na nata?

Pato com feijão verde na nata e rapadura picante _ Sur Restaurante

RECEITINHA:

Pato com feijão verde na nata de Major Isidoro, cebola caramelizada e farofa de rapadura picante

PASSO 1
  • Pato
    Grelhar 80g peito de pato, deixar mal passado e fatiar.
PASSO 2
  • Feijão verde na nata:
    cozinhar o 50g de feijão verde, refogar com 10g de cebola, 10g de tomate, 20ml molho de carne e 20 ml de nata. Deixar cozinhar, ganhar consistência e finalizar com cheiro verde.
PASSO 3
  • Farofa de rapadura:
    picar na faca 25g de rapadura picante.
PASSO 4
  • Montagem:
    servir o feijão verde na nata e por cima dele o peito de pato fatiado. Glacear com o rôti de vinho e ao redor do prato espalhar a rapadura picante.

 

 

Como um item do cardápio se transformou em uma hamburgueria. Conheça o SurBurguer
   24 de março de 2021   │     11:35  │  0

 

Tem sonhos que fazem parte da nossa história e são construídos no dia a dia. Mas também tem aqueles que aparecem de surpresa no caminho e roubam a cena.

Foi com essa espontaneidade que surgiu o SurBurguer. Tudo começou em 2014, quando criamos um dia do burguer no Sur, todas as quartas um hamburguer novo pra chamar de nosso. Trufas, queijos especiais e emulsões entravam em cena para criar um sanduíche inédito por semana.

Com o sucesso, o burguer do Sur ganhou um trailler, com um cardápio próprio, fixo e independente. Lá, tivemos a oportunidade de conhecer os desejos do nosso público, com os itens que mais faziam sucesso no cardápio como o Imoral Burguer, a maionese aioli e o ketchup de goiabada.

Paz, amor, burguer e Milagres

Pegando o embalo desse meu novo momento onde tenho Milagres como escolha e casa, o SurBurguer ganha novo marco e finca âncora na areia fininha, debaixo de um jambeiro e de um pé de manga, no Povoado do Toque.

Com cardápio reduzido e elaborado para ser descomplicado como o estilo de vida da região, temos como base itens que fizeram história em todas as nossas fases: claro, ketchup de goiabada e maionese aioli, cebola caramelizada e chips de batata doce. Além da qualidade da carne, do ponto perfeito e do toque de quem ama um bom lanche.

Funcionando com delivery e pegue & leve, abrimos de quinta a domingo com a experiência Sur.real em cada detalhe. E com alegria e otimismo, nossa casa está pronta para recebê-los quando for possível, com a recepção calorosa do Peixe boi Místico da amiga e artista SerTão e a tranquilidade de quem só quer Paz, amor, burguer e Milagres!

FUNCIONAMENTO:

  • Pegue & Leve: quinta e sexta – 18h às 21h
  • Delivery: quinta a domingo – 18h às 23h

Pedidos via whatsapp: 82 99109 0780

R. Felisberto de Ataíde, 0, São Miguel dos Milagres – AL, 57940-000

 

 

Chef Vitrola e seu hambúrguer divino de siri
   11 de março de 2021   │     10:47  │  1

Não é a toa que o Boteco Generoso é conhecido pelos petiscos especiais. Com o talento e a criatividade do meu querido chef Vitrola e a tradição e qualidade do Divina Gula, o resultado não poderia ser diferente.

Existem muito detalhes que compõem um bom prato. O aroma, a apresentação… mas tem um deles que eu sou particularmente fã: a textura. Quem conferiu o último post do blog, sabe que compartilhei uma receita com texturas de abóbora que é uma coisa linda.

E foi justamente a textura do prato preparado por Vitrola que me surpreendeu. O pãozinho a vapor dispensa comentários, só provando pra saber que maravilha. Junto ao pãozinho, uma maionese de limão com pimenta dá um toque especial ao prato. Mas a estrela mesmo é ele: o hambúrguer de siri, crocante por fora e super cremoso por dentro. Pra finalizar, um vinagrete de tomate, cebola e cebolinha na churrasqueira.

Ficou com vontade de aprender essa delícia? Então, pega essa receitinha que vai ser um sucesso.

 

Receitinha: Vinagrete de tomate na brasa:

Ingredientes:

  • 2 tomates
  • 1 cebola roxa
  • Cebolinha, salsinha e coentro a gosto
  • 1 pimenta de cheiro
  • 100ml de azeite
  • 2 limões
  • Sal
  • Pimenta do reino
Preparo:

Corte os tomates, as cebolas e a pimenta de cheiro ao meio, retirar as sementes da pimenta, temperar com sal, pimenta do reino e azeite. Colocar em uma grelha e levar a churrasqueira por aproximadamente 4 minutos em brasa alta (2min cada lado). Não queremos cozinhar muito os vegetais apenas dar um leve defumado.

Picar a cebolinha, salsinha e coentro bem fino, utilizando também a parte branca da cebolinha, picar também os vegetais em brunoise.

Juntar tudo em um bowl, adicionar o suco e as raspas dos limões o azeite e verificar o sal e pimenta. Deixar descansar pelo menos 10 min na geladeira e servir.

Versátil, saudável e com um sabor único. A abóbora é um alimento que faz toda a diferença em um prato.
   5 de março de 2021   │     11:09  │  0

A abóbora divide opiniões. Alguns amam, outros não querem nem chegar perto. Estou, claro, entre os primeiros. Sendo bem preparada, a abóbora pode encantar até aqueles que (ainda) não sabem o que estão perdendo.

Além de deliciosa, a abóbora é versátil, tem sabor único e faz toda a diferença em um prato. Um ótimo ingrediente para quem busca explorar as texturas e sutilezas ou tem paixão pelo agridoce. Esse sabor adocicado combina com frutos do mar, massas e carnes, em geral, e pode ser o ponto perfeito de equilíbrio para o prato.

E, para completar, também é rica em vitaminas, ferro e um excelente antioxidante natural.

Hoje vou contar como se faz uma receitinha maravilhosa com abóbora: o bobó de lagosta. Não esquece de me dizer o que achou do resultado!

Receita – Bobó de lagosta

350g de lagosta
20g de alho
20g de gengibre
50g de cebola
50g de tomate
50g de pimentão vermelho
50g de pimentão amarelo
100ml de leite de coco
100ml de água
200g de abóbora
30ml de manteiga de garrafa
5g de colorau
Pimenta, coentro, cebolinha e salsinha a gosto
1 limão ( suco e raspas )
Sal
Pimenta
10 ml de azeite de oliva

Bobó de abóbora

Vamos refogar o alho, gengibre e a cebola. Na continuação vamos seguir com os pimentões e os tomates e vamos deixar apurar mexendo sempre por uns 3 min. Vamos adicionar o leite de coco à água, a pimenta e as ervas aromáticas e deixar ferver por 5 min. Depois adicionar a abóbora e deixar ela cozinhar dentro do molho. Triturar bem e corrigir de sal!

Vinagrete de abóbora

Abóbora picada crua pequena e vamos temperar com sal, suco de limão e raspas, salsinha e azeite de oliva.

Abóbora queimada

Cortar em cubos maiores, esquentar uma panela com manteiga de garrafa e deixar dourar bem e cozinhar ao mesmo tempo.

Lagosta

Com uma tesoura abrir ela é deixar só o rabinho e temperar com sal e raspas de limão e depois dourar na manteiga de garrafa pelo dois lados.

Finalização

Em um prato fundo, fazer uma base de bobó de abóbora, seguir com a lagosta, as abóboras queimadas, o vinagrete e finalizar com rodelas de pimenta e folhas de salsinha.

Com açúcar, afeto e receitinha do brigadeiro brulé de Sandy Farias
   1 de março de 2021   │     10:36  │  0

Com açúcar com afeto, ela faz os doces parecerem mágica. Sandy Farias, minha querida amiga e chef da Le Brulé, me deu a oportunidade de aprender uma de suas receitas que fazem mais sucesso: o brigadeiro brulé.

O creme brulé é uma sobremesa popular na França. Ele é irresistível, leve e com um saboroso toque de baunilha. Como se não bastasse tudo isso, ainda tem uma maravilhosa casquinha crocante por cima, formando um encontro perfeito entre a cremosidade e o crocante.

Sandy Farias uniu a maravilha do creme brulé com o tradicional brigadeiro brasileiro e criou o brigadeiro brulé. Vamos de receitinha especial?

Receita

  • INGREDIENTES:

3 CAIXINHAS DE 395G DE LEITE CONDENSADO
1 CAIXINHA DE CREME DE LEITE
1 FAVA DE BAUNILHA
1 COLHER DE SOPA DE MANTEIGA SEM SAL
AÇUCAR REFINADO

  • MODO:

Primeiro leva ao fogo baixo leite condensado, as raspas da fava e a própria fava. Será uma infusão dessa baunilha enquanto o leite condensado começa seu processo de cozimento.
Acrescenta o creme de leite em seguida.
Por fim, ao atingir o ponto desejado, coloca a manteiga para deixar a massa mais brilhante.
Enrola no açúcar refinado.
Maçarica.

  • DICAS IMPORTANTES:

– Panela de fundo grosso, de preferência de alumínio duplo batido.
– Fava de baunilha SEMPRE.
– Enrolar os doces com a mão untada com manteiga.
– Respeitar o tempo de esfriar por completo.
– Maçaricar rapidamente para não queimar demais.
– Dá pra congelar o doce.
– Observar os 3 pontos do brigadeiro na panela.

Carne de sol: de método de conservação à iguaria nordestina
   25 de fevereiro de 2021   │     19:23  │  1

Hoje eu vou falar pra vocês sobre mais uma iguaria que surgiu há séculos e faz parte da nossa história, a carne de sol. Tradicionalmente vinculada a cidade de Picuí, na Paraíba, considerada a capital mundial da carne de sol, ela também é muito consumida em Alagoas. Ela vai bem na chapa com manteiga de garrafa, no escondidinho com macaxeira ou na nata.

A técnica de secar partes dos animais ao sol para manter a conservação para o consumo foi bastante comum em diversas partes do mundo. Ao mesmo tempo, os portugueses tinham o hábito de conservar os alimentos com sal. Da união dessas duas técnicas, surgiu a carne de sol.

Centenas de anos depois, a carne de sol não é mais levada ao sol, como antes. Além do sal, a carne é submetida à temperatura gelada e depois passa por um processo de secagem. O sabor é diferente daquele de antigamente, mas ainda é delicioso.

Vamos aprender a fazer uma tapioca maravilhosa, rendada, com carne de sol na nata? Pega a receitinha e não esquece de me contar o que achou!

Receitinha: Tapioca rendada com carne de sol na nata

Ingredientes:

  • Carne de sol
  • manteiga de garrafa
  • cebola roxa
  • cebolinha
  • creme de leite
  • queijo coalho
  • goma de tapioca
Passo 1:

Na frigideira adicione a manteiga de garrafa, a carne de sol e a cebola roxa. Espere dourar. Adicione o creme de leite e apague o fogo. Adicione a cebolinha.

Passo 2:

Em outra frigideira adicione o queijo coalho ralado e deixe derreter um pouco. Adicione a goma de tapioca peneirada, vire o lado, adicione o recheio e corte ao meio.

Que desfrutem!

 

Crepioca de doce de leite: uma sobremesa deliciosa em apenas alguns minutos
   20 de fevereiro de 2021   │     14:01  │  0

Quem me conhece sabe que eu sou uma formiguinha. Adoro um doce! Se você é daqueles que também gosta de sobremesa, mas não abre mão da praticidade, vai adorar essa receita.

A crepioca de doce de leite é uma prova de que muitas vezes na cozinha, menos é mais. Simples e rápida, essa sobremesa vai superar as suas expectativas. Confere a receita e não esquece de comentar o que achou!
Rendimento: 1 unidade

Ingredientes:

1/2 copo de leite
1 ovo
1 pitada de sal
1 colher de massa de tapioca
5 castanhas
2 colheres de doce de leite
1 pitada de canela em pó

Preparo:

  1. Passo 1: Em uma tigela, acrescente: leite, ovo, sal e massa de tapioca. Misture tudo até formar um líquido homogêneo.
  2. Em seguida, coloque uma colher de manteiga em uma frigideira antiaderente, quando a manteiga derreter por completo, acrescente o líquido. Espere alguns segundos até que asse um lado e vire a crepioca, esperando mais alguns segundos até que o outro lado também asse completamente.
  3. Retire do fogo, e acrescente 2 colheres de doce de leite. Agora é só fechar a crepioca.
  4. Triture as castanhas e leve ao microondas por 30 segundos.
  5. Acrescente as castanhas em cima da crepioca.
  6. Finalize o prato com uma pitada de canela em pó.

Agora é só aproveitar!