Chef Vitrola e seu hambúrguer divino de siri
   11 de março de 2021   │     10:47  │  1

Não é a toa que o Boteco Generoso é conhecido pelos petiscos especiais. Com o talento e a criatividade do meu querido chef Vitrola e a tradição e qualidade do Divina Gula, o resultado não poderia ser diferente.

Existem muito detalhes que compõem um bom prato. O aroma, a apresentação… mas tem um deles que eu sou particularmente fã: a textura. Quem conferiu o último post do blog, sabe que compartilhei uma receita com texturas de abóbora que é uma coisa linda.

E foi justamente a textura do prato preparado por Vitrola que me surpreendeu. O pãozinho a vapor dispensa comentários, só provando pra saber que maravilha. Junto ao pãozinho, uma maionese de limão com pimenta dá um toque especial ao prato. Mas a estrela mesmo é ele: o hambúrguer de siri, crocante por fora e super cremoso por dentro. Pra finalizar, um vinagrete de tomate, cebola e cebolinha na churrasqueira.

Ficou com vontade de aprender essa delícia? Então, pega essa receitinha que vai ser um sucesso.

 

Receitinha: Vinagrete de tomate na brasa:

Ingredientes:

  • 2 tomates
  • 1 cebola roxa
  • Cebolinha, salsinha e coentro a gosto
  • 1 pimenta de cheiro
  • 100ml de azeite
  • 2 limões
  • Sal
  • Pimenta do reino
Preparo:

Corte os tomates, as cebolas e a pimenta de cheiro ao meio, retirar as sementes da pimenta, temperar com sal, pimenta do reino e azeite. Colocar em uma grelha e levar a churrasqueira por aproximadamente 4 minutos em brasa alta (2min cada lado). Não queremos cozinhar muito os vegetais apenas dar um leve defumado.

Picar a cebolinha, salsinha e coentro bem fino, utilizando também a parte branca da cebolinha, picar também os vegetais em brunoise.

Juntar tudo em um bowl, adicionar o suco e as raspas dos limões o azeite e verificar o sal e pimenta. Deixar descansar pelo menos 10 min na geladeira e servir.

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Versátil, saudável e com um sabor único. A abóbora é um alimento que faz toda a diferença em um prato.
   5 de março de 2021   │     11:09  │  0

A abóbora divide opiniões. Alguns amam, outros não querem nem chegar perto. Estou, claro, entre os primeiros. Sendo bem preparada, a abóbora pode encantar até aqueles que (ainda) não sabem o que estão perdendo.

Além de deliciosa, a abóbora é versátil, tem sabor único e faz toda a diferença em um prato. Um ótimo ingrediente para quem busca explorar as texturas e sutilezas ou tem paixão pelo agridoce. Esse sabor adocicado combina com frutos do mar, massas e carnes, em geral, e pode ser o ponto perfeito de equilíbrio para o prato.

E, para completar, também é rica em vitaminas, ferro e um excelente antioxidante natural.

Hoje vou contar como se faz uma receitinha maravilhosa com abóbora: o bobó de lagosta. Não esquece de me dizer o que achou do resultado!

Receita – Bobó de lagosta

350g de lagosta
20g de alho
20g de gengibre
50g de cebola
50g de tomate
50g de pimentão vermelho
50g de pimentão amarelo
100ml de leite de coco
100ml de água
200g de abóbora
30ml de manteiga de garrafa
5g de colorau
Pimenta, coentro, cebolinha e salsinha a gosto
1 limão ( suco e raspas )
Sal
Pimenta
10 ml de azeite de oliva

Bobó de abóbora

Vamos refogar o alho, gengibre e a cebola. Na continuação vamos seguir com os pimentões e os tomates e vamos deixar apurar mexendo sempre por uns 3 min. Vamos adicionar o leite de coco à água, a pimenta e as ervas aromáticas e deixar ferver por 5 min. Depois adicionar a abóbora e deixar ela cozinhar dentro do molho. Triturar bem e corrigir de sal!

Vinagrete de abóbora

Abóbora picada crua pequena e vamos temperar com sal, suco de limão e raspas, salsinha e azeite de oliva.

Abóbora queimada

Cortar em cubos maiores, esquentar uma panela com manteiga de garrafa e deixar dourar bem e cozinhar ao mesmo tempo.

Lagosta

Com uma tesoura abrir ela é deixar só o rabinho e temperar com sal e raspas de limão e depois dourar na manteiga de garrafa pelo dois lados.

Finalização

Em um prato fundo, fazer uma base de bobó de abóbora, seguir com a lagosta, as abóboras queimadas, o vinagrete e finalizar com rodelas de pimenta e folhas de salsinha.

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Com açúcar, afeto e receitinha do brigadeiro brulé de Sandy Farias
   1 de março de 2021   │     10:36  │  0

Com açúcar com afeto, ela faz os doces parecerem mágica. Sandy Farias, minha querida amiga e chef da Le Brulé, me deu a oportunidade de aprender uma de suas receitas que fazem mais sucesso: o brigadeiro brulé.

O creme brulé é uma sobremesa popular na França. Ele é irresistível, leve e com um saboroso toque de baunilha. Como se não bastasse tudo isso, ainda tem uma maravilhosa casquinha crocante por cima, formando um encontro perfeito entre a cremosidade e o crocante.

Sandy Farias uniu a maravilha do creme brulé com o tradicional brigadeiro brasileiro e criou o brigadeiro brulé. Vamos de receitinha especial?

Receita

  • INGREDIENTES:

3 CAIXINHAS DE 395G DE LEITE CONDENSADO
1 CAIXINHA DE CREME DE LEITE
1 FAVA DE BAUNILHA
1 COLHER DE SOPA DE MANTEIGA SEM SAL
AÇUCAR REFINADO

  • MODO:

Primeiro leva ao fogo baixo leite condensado, as raspas da fava e a própria fava. Será uma infusão dessa baunilha enquanto o leite condensado começa seu processo de cozimento.
Acrescenta o creme de leite em seguida.
Por fim, ao atingir o ponto desejado, coloca a manteiga para deixar a massa mais brilhante.
Enrola no açúcar refinado.
Maçarica.

  • DICAS IMPORTANTES:

– Panela de fundo grosso, de preferência de alumínio duplo batido.
– Fava de baunilha SEMPRE.
– Enrolar os doces com a mão untada com manteiga.
– Respeitar o tempo de esfriar por completo.
– Maçaricar rapidamente para não queimar demais.
– Dá pra congelar o doce.
– Observar os 3 pontos do brigadeiro na panela.

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Carne de sol: de método de conservação à iguaria nordestina
   25 de fevereiro de 2021   │     19:23  │  1

Hoje eu vou falar pra vocês sobre mais uma iguaria que surgiu há séculos e faz parte da nossa história, a carne de sol. Tradicionalmente vinculada a cidade de Picuí, na Paraíba, considerada a capital mundial da carne de sol, ela também é muito consumida em Alagoas. Ela vai bem na chapa com manteiga de garrafa, no escondidinho com macaxeira ou na nata.

A técnica de secar partes dos animais ao sol para manter a conservação para o consumo foi bastante comum em diversas partes do mundo. Ao mesmo tempo, os portugueses tinham o hábito de conservar os alimentos com sal. Da união dessas duas técnicas, surgiu a carne de sol.

Centenas de anos depois, a carne de sol não é mais levada ao sol, como antes. Além do sal, a carne é submetida à temperatura gelada e depois passa por um processo de secagem. O sabor é diferente daquele de antigamente, mas ainda é delicioso.

Vamos aprender a fazer uma tapioca maravilhosa, rendada, com carne de sol na nata? Pega a receitinha e não esquece de me contar o que achou!

Receitinha: Tapioca rendada com carne de sol na nata

Ingredientes:

  • Carne de sol
  • manteiga de garrafa
  • cebola roxa
  • cebolinha
  • creme de leite
  • queijo coalho
  • goma de tapioca
Passo 1:

Na frigideira adicione a manteiga de garrafa, a carne de sol e a cebola roxa. Espere dourar. Adicione o creme de leite e apague o fogo. Adicione a cebolinha.

Passo 2:

Em outra frigideira adicione o queijo coalho ralado e deixe derreter um pouco. Adicione a goma de tapioca peneirada, vire o lado, adicione o recheio e corte ao meio.

Que desfrutem!

 

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Crepioca de doce de leite: uma sobremesa deliciosa em apenas alguns minutos
   20 de fevereiro de 2021   │     14:01  │  0

Quem me conhece sabe que eu sou uma formiguinha. Adoro um doce! Se você é daqueles que também gosta de sobremesa, mas não abre mão da praticidade, vai adorar essa receita.

A crepioca de doce de leite é uma prova de que muitas vezes na cozinha, menos é mais. Simples e rápida, essa sobremesa vai superar as suas expectativas. Confere a receita e não esquece de comentar o que achou!
Rendimento: 1 unidade

Ingredientes:

1/2 copo de leite
1 ovo
1 pitada de sal
1 colher de massa de tapioca
5 castanhas
2 colheres de doce de leite
1 pitada de canela em pó

Preparo:

  1. Passo 1: Em uma tigela, acrescente: leite, ovo, sal e massa de tapioca. Misture tudo até formar um líquido homogêneo.
  2. Em seguida, coloque uma colher de manteiga em uma frigideira antiaderente, quando a manteiga derreter por completo, acrescente o líquido. Espere alguns segundos até que asse um lado e vire a crepioca, esperando mais alguns segundos até que o outro lado também asse completamente.
  3. Retire do fogo, e acrescente 2 colheres de doce de leite. Agora é só fechar a crepioca.
  4. Triture as castanhas e leve ao microondas por 30 segundos.
  5. Acrescente as castanhas em cima da crepioca.
  6. Finalize o prato com uma pitada de canela em pó.

Agora é só aproveitar!

 

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Vida longa ao Novo Palato
   17 de fevereiro de 2021   │     10:06  │  0

Mais que empreender, existem pessoas que enxergam potencial em um lugar e investem vislumbrando um futuro diferente naquele local. É como aquele provérbio chinês que diz “todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje”.

Considero o Sur uma dessas flores germinadas lá atrás com a chegada do Palato em Maceió. Não haveria Sur se não houvesse a oferta de todos os ingredientes que o Palato nos proporciona. Talvez também não houvesse o público do Sur, pessoas que, por causa do Palato, tiveram contato cotidiano com ingredientes antes inexistentes em Maceió.

Formar um público não é tarefa fácil. Quem empreende, sabe. Manter esse público fiel ao longo dos anos, preservando a qualidade e garantindo inovação, é ainda mais difícil. É por isso que a gastronomia alagoana agradece e deseja vida longa ao Palato!

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O queijo do Reino
   9 de fevereiro de 2021   │     19:51  │  1

É curioso pensar como a história que envolve o transporte dos queijos acabou transformando o próprio conteúdo deles e criou, despretensiosamente, dois dos mais apreciados queijos do Brasil, o queijo de coalho e o queijo do reino.

Hoje vou falar sobre esse que é um queijo considerado sofisticado, consumido pela maior parte da população em datas especiais, como o Natal, e que tem uma história muito conectada ao Brasil colonial.

Produzido originalmente na Europa como queijo Edan, esse queridinho do Natal brasileiro mudou de consistência, sabor e nome ao cruzar o Atlântico. Aí você me pergunta, mas como assim, Serginho? Deixa eu te explicar… É que o queijo Edam era transportado pela família real em barris que antes tinham armazenado vinho. Por isso, o queijo ganhava uma crosta vermelha.

Além disso, o queijo passava meses dentro dos barris, o que acabava mudando também a sua consistência. Ao final desse processo, quando desembarcava no Brasil, o queijo estava bem diferente e passava a ser chamado de queijo “do reino”.

Raro e bastante caro, o queijo do reino era um produto de luxo, usado pela família real em ocasiões especiais e para presentear pessoas muito queridas.

Hoje, tantos anos depois, o queijo do reino é produzido no Brasil. Seu processo de produção é artesanal e leva meses de maturação. Bora de receitinha especial e super fácil com esse queijo tão especial?

RECEITINHA: Chips de queijo do reino

O que você precisa:

– Ralador
– Queijo do Reino

  • Passo 1: Rale o queijo bem fino
  • Passo 2: Espalhe em um prato sem amontoar
  • Passo 3: Coloque no microondas por 30s e depois por mais 30s.

Formou bolinhas? Está pronto para servir como couvert ou para finalizar pratos.

Que desfrutem!

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Carpaccio de polvo Piccola Villa
   6 de fevereiro de 2021   │     17:30  │  0

O carpaccio é uma iguaria originalmente feita com carne de boi que ganhou versões com diversos ingredientes, mas sempre preservando sua característica principal: as finíssimas fatias.

O prato foi criado na década de 50, pelo restauranteur Giuseppe Cipriani, em Veneza, e desde então se tornou um sucesso ao redor do mundo.

O prato é leve e refrescante, e ficou ainda mais especial na versão criada pelo chef Roberto Macias, do Piccola Vila. Beto é um daqueles talentos indiscutíveis, que comanda, junto com Suzanna Fontan, a especial cantina Piccola Villa.

No carpaccio da Picolla tem lâminas de polvo servidas com molho aioli, redução de balsâmico, raspas de limão siciliano, flor de sal, hortelã e azeite. Deu pra sentir a maravilha? Eu visitei eles para mostrar a vocês esse que é um dos meus pratos preferidos da gastronomia feita em Alagoas.

Dá o play no vídeo pra sentir o gostinho e confere essa receita especial, que o Beto compartilhou com a gente.

 

Receita: Carpaccio de polvo Piccola Villa

  • Passo 1:

Coloque o polvo numa panela. Leve ao fogo e deixe cozinhar em fogo médio, com a panela semi tampada, durante 40 minutos. Retire o polvo da panela e deixe arrefecer.

  • Passo 2:

Corte as pernas de polvo de modo a ficarem uniformes. Una-as em película aderente e forme um rolo. Leve ao congelador durante quatro horas ou de um dia para o outro.

  • Passo 3:

Retire a película aderente e corte o polvo congelado em fatias finas.

  • Passo 4:

Regue o polvo com azeite, raspas de limão siciliano, sal e alecrim

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A importância do queijo coalho na cultura nordestina
   2 de fevereiro de 2021   │     14:04  │  0

Assado na brasa, frito, na sobremesa com goiabada ou melaço. Ele faz sucesso de todos os jeitos. A fama do queijo coalho é tão grande quanto sua importância para gastronomia nordestina.

O historiador Luís Câmara Cascudo diz que a fabricação do queijo no Nordeste iniciou com as primeiras fazendas nos sertões, ou seja, o queijo coalho é produzido há mais de 150 anos. Os registros indicam que tudo começou com o malutão, uma bolsa feita do estômago de animais em que os viajantes guardavam o leite. Com as longas e quentes jornadas, o leite coagulava, formando uma massa espessa, que deu origem ao queijo de coalho.

É por isso que o queijo de coalho faz parte da nossa história. É como pensar no churrasco para o gaúcho ou no acarajé para o baiano. E o mais legal disso, é pensar nesses alimentos como modos de expressão da cultura.

Ou seja, quem conhece o queijo coalho está conhecendo a cultura nordestina. Foi o que aconteceu, em 2015, com John Oseid,  jornalista da Forbes que visitou o Sur e estampou nosso carpaccio do queijo na revista com destaque.

Na época, John escreveu: “Os muitos estados menores do Brasil que compõem o Nordeste têm suas próprias culturas e culinária, mas compartilham o amor por coisas como macaxeira, manteiga de garrafa, e, claro, maracujá e coco. O queijo de coalho, aprendi em muitos bufês de café da manhã de hotéis, é uma especialidade nordestina”.

Para ele, o modo como o queijo coalho foi servido na ocasião da visita demonstrava “o aceno para a arte” da nossa gastronomia. O que me deixou muito honrado, porque arte, gastronomia e nordeste são mesmo um trio imbatível e que valorizo muito. É como trio de forró pé de serra, o sucesso é garantido.

E você, como gosta de saborear o queijo coalho? Fica ligado que esse será um ingrediente frequente nas receitas aqui do blog!

 

Receitinha: Queijo coalho tratado como carpaccio

  • Fatiar lâminas de 100g de queijo coalho cortando-o em discos
  • Queimar com o maçarico
  • Adicionar 20g de castanha de caju torrada, alguns tomates cerejas confit, alcaparras, pingos de mostarda Dijon e finalizar com folhas de manjericão e azeite de ervas.
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Receitinha nº1: tapioca rendada
   29 de janeiro de 2021   │     0:48  │  5

 

Primeira receita com o ingrediente nº1: afeto.

Nas minhas panelas, toda receita começa com afeto. Esse afeto que me enche de orgulho de Alagoas, que me fez viajar pelo mundo e voltar pra cá com saudade de coentro e tapioca.

Nesse primeiro post aqui no blog, não poderia ser diferente. O primeiro ingrediente de todos é o afeto. Por isso, quero dizer que estou muito feliz em poder compartilhar as minhas receitas com vocês.

Aqui vou trazer, toda semana, receitas com ingredientes que me trazem memórias afetivas. A massa puba que lembra cuscuz de casa de vó, o queijo coalho que tem gosto de café da manhã no interior, a carne de sol que tem o cheirinho dos almoços de domingo em família.

Tudo isso com um toque especial de criatividade pra você surpreender quem você ama, porque cozinhar é sempre uma forma de expressar carinho.

Pra começar com o pé direito, trago uma receita que tem tudo que amo: tapioca rendada com cebola roxa, carne de sol, queijo coalho e requeijão.

Tapioca rendada de queijo coalho e carne de sol acebolada com requeijão

Clique aqui

  • 100g de goma
  • 80g de queijo coalho ralado
  • Meia cebola roxa
  • Um dente de alho picado
  • 100g de carne de sol já dessalgada
  • Duas colheres de requeijão
  • Manjericão pra decorar
  • Uma colher de manteiga
Passo 1

Esquentar a frigideira com um pouco de manteiga, adicionar o alho e a carne de sol dessalgada, refogar um pouco e adicionar a cebola roxa, até pegar no fundo da frigideira, jogar um pouco de água para soltar esse fundo da panela que estão todos os sabores, apagar o fogo e adicionar o requeijão!

Passo 2

Em uma frigideira antiaderente colocar o queijo coalho ralado espaçado, depois peneirar por cima a goma e deixar formar a casquinha do queijo até dourar, virar rapidamente e retirar para rechear com a carne de sol em formato de canelone.

Passo 3

Cortar ao meio e finalizar com algumas folhinhas de manjericão e, se quiser, um fio de mel de engenho tb vai ficar uma delícia!

Que Desfrutem…

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